Em nossa experiência, os poemas têm muito a dizer, de algum modo, são iguais àqueles indivíduos que não falam muito. Acreditamos que em todas as partes do mundo, existe um poema que revela todas as facetas, por isso, pensamos: será que podemos ver como isso se manifesta? Perante essa indagação, vimos ser importante trazer uma reflexão – “Os poemas falam para todos, porém poucos conseguem entender”. Deste modo, a conveniência em se aprofundar este assunto, surge numa necessidade de se querer compreender, como é que a leitura pode condicionar uma habilidade fundamental no processo de aprendizagem e desenvolvimento das capacidades interpretativas dos alunos através da análise de diferentes géneros literários. Mediante o pressuposto, pode ser possível oferecer aos alunos experiências diversificadas de leitura, que não só estimulam a compreensão textual, mas também promovem o desenvolvimento do pensamento crítico. Neste sentido, ao focar nos poemas é provável adentrar em um universo poético que desafia a percepção tradicional da linguagem e convida os alunos a explorar novas formas de expressão e significado. Os poemas muitas vezes encapsulam em poucas palavras uma complexidade de emoções, imagens e ideias incentivando os alunos a mergulhar em múltiplas camadas de interpretação, por isso, a importância da análise dos géneros literários, em especial dos poemas, na construção das habilidades de leitura, pode ser fundamental para enriquecer a experiência educacional. Olhe, o poema continua falando em quase todos os pontos literários, isso significa que esses significados não estão escritos explicitamente, mas podem ser inferidos ou deduzidos através da análise do texto, por outras, há um significado maior do que a mera leitura do texto revela, e que exige uma aprofundada, ou uma leitura submersa. Essa leitura permite encontrar ou desenvolver um significado adicional ao texto e também dá aos alunos uma nova percepção do texto, neste sentido, como uma possível pergunta de partida, observou-se a seguinte:
De que modo os paradigmas submersos aos poemas podem ser utensílios para a construção de habilidades de leitura sob ponto de vista dos géneros literários?
Contexto Histórico dos Géneros
Literários
As literaturas aqui apresentadas, mostram que o filósofo Aristóteles foi um dos primeiros a pensar a respeito dos géneros literários, elencando diferenças e hierarquias entre as diversas maneiras de expressão literária da Grécia Antiga. Em consonância com Regino (2021), a história da teoria dos géneros literários pode ser divida em três etapa:
A primeira começa no período clássico, com Platão e Aristóteles, por volta do século V a.C., e termina no período neoclássico francês, no século XVIII;
A segunda, se desenvolve desde as primeiras manifestações do romantismo, até o final do século XIX;
A terceira se inicia com os novos teóricos do começo do século XX, chegando até aos dias de hoje.
Aguiar
e Silva (1969, cit. em Regino, 2021), observa que o primeiro a abordar a
questão dos géneros foi Platão, a partir do conceito de mímesis, ou representação. No terceiro livro de A República (2000), Platão divide a poesia
em: poesia mimética ou dramática; poesia não mimética ou lírica; poesia mista
ou épica. Essa é a primeira referência teórica ao problema dos géneros
literários encontrada em textos da Literatura Ocidental. Segundo este aspecto,
podemos observar, Platão classifica a poesia segundo a mímesis, ou seja, de acordo com a forma de representação. Por outro
momento, Platão passa a considerar toda a poesia (dramática, lírica e épica)
como poesia mimética. Isso significa, de acordo com Aguiar e Silva (1969), que
a estética platónica parece se orientar para a “abolição dos géneros
literários”. No entanto, ao valorizar a universalidade, a unicidade da arte, Platão
deixa de considerar sua multiplicidade e diversidade, (p.204).
Na
visão de Aguiar e Silva (1969), Aristóteles foi o primeiro filosofo a reflectir
profundamente sobre os géneros literários. A obra aristotélica adopta o termo
“espécies” para traduzir “genos”, o
que podemos ver a partir do trecho inicial da Poética. Em seu trecho, Aristóteles anuncia que irá, segundo a tradução
apresentada por Eudoro de Souza, procura falar sobre poesia, especificamente as
suas diferentes espécies (géneros) e os efeitos de cada uma dessas espécies de
poesia sobre o receptor. Também se propõe a discorrer sobre a forma de compor
um texto literário, para que seja criada uma bela obra, estabelecendo,
portanto, normas formais e estéticas. Por fim, Aristóteles afirma a sua intenção
de apresentar cada um dos elementos que caracterizam as diferentes espécies de
poesia, (Regino, 2021, p.36).
Meios de Representação
Segundo
Regino (2021), Aristóteles afirma que, as diferentes artes (pintura, escultura,
música e poesia) realizam a representação com o uso de diferentes meios:
a. A pintura se diferencia da música por utilizar a cor, as manchas e os traços como meio de representação;
b. A música utiliza o ritmo e a harmonia;
c. O meio de representação da poesia, segundo Aristóteles, é o “metro”, que marca o ritmo da fala do poeta e caracteriza o uso poético da palavra, (Regino, 2021, p.37)
Objecto de Representação
Aristóteles
afirma que a mímesis dragamatica
(apreciada nas representações teatrais) tem como objecto as acções dos homens.
Essas acções são manifestadas pelos actos, os objectos da representação. Foi a
partir dessa designação que Aristóteles propôs a diferenciação da Tragédia e a
Comédia, (Regino, 2021, p.37).
Modos de Representação
Na
visão de Regino (2021), Aristóteles distingue dois modos de representação
poética: “o modo narrativo e o dramático”.
a. O modo de representação é a maneira como o poeta representa os seus objectos, ao usar como meio de expressão a arte poética.
b. O modo da poesia épica é o narrativo, pois o texto épico narra histórias de deusas e heróis.
c. O modo dramático, o actor “apresenta”, (p.38).
Classificação dos Géneros
Literários: “Tema e a Forma”
Tema:
após estabelecer diferenças entre a tragédia e comédia, Aristóteles considera o
tema, o assunto do drama, isto é, a tragédia representa as acções de heróis e
homens nobres, a comédia representa as acções de homens não nobres.
Forma:
ao diferenciar o processo narrativo do processo dramático, Aristóteles
considera a forma, (Regino, 2021, p.38).
Aguiar
e Silva (1969), afirma que, três séculos e meio depois de Aristóteles, o poeta
Horácio, em sua Epístola aos Pisones.
Afirmou: “os géneros poéticos se distinguiam por meio dos diferentes metros
usados pelos poetas e pelas diferenças de tons”. Neste sentido, Horácio,
concebe o género literário como correspondendo a uma certa tradição formal, (p.
206). Quando Horácio (Aristóteles, Horácio e Longino, 1997), afirma que as acções
“ou se representam em cena ou se narram”, está distinguindo os géneros como
“dramático” e “não dramáticos”. Neste aspecto, Horácio recomenda aos jovens
poetas o respeito aos modelos gregos e a busca do equilíbrio entre as partes do
poema, observando-se o “decoro” e a “verosimilhança”, para que o poema fosse
belo e bem construído. A verosimilhança, hoje, é a impressão da verdade que os
textos de ficção provocam no leitor. Acrescenta Regino (2021) que, um texto verosímil
não é aquele que é verdadeiro, mas aquele que parece ser verdade ao leitor ou
espectador, mesmo quando apresenta uma trama fantástica, (p.40).
No
século XVI (Renascimento) e no
século XVII (Classicismo francês).
As poéticas da Antiguidade clássica, especialmente as de Aristóteles e de
Horácio, deram origem a grande número de novas poéticas. Os poetas da Renascença
abandonaram a bipartição de Aristóteles e Horácio, que em suas poéticas
consideravam apenas a: “poesia dramática e a poesia narrativa”. Sob a
perspectiva dos séculos XVI e XVII, a classificação dos géneros foi feita da
seguinte forma: “Poesia Dramática, Poesia Lírica e a Poesia Épica”. Nestas
circunstâncias, Cunha (1979) afirma que, a divisão tripartida dos géneros
somente passa a ser considerada no Renascimento, quando “com base nos
postulados horacianos, críticas renascentistas e clássicos incluíram (o lírico)
entre os géneros, divisão que prevalece para grande parte dos teorizadores até
nos nossos dias, (p.94). De acordo com Aguiar e Silva (1969), no classicismo
francês os poetas e os estudiosos da poesia imaginavam o género como uma
“essência eterna, fixa e imutável, governada por regras específicas e
igualmente imutáveis”. Nessa época, uma nova regra, que postulava a unidade de
tom, foi acrescentada à regra das três unidades clássicas, (tempo, espaço e acção),
(p.209). Segundo a regra da unidade de tom, cada género tinha seus temas
próprios e estilos característicos, que não deviam ser confundidos. Havia
também uma hierarquização dos géneros com uma classificação quanto ao valor e à
importância de cada um deles. Surgiram os géneros maiores (de mais prestigio) e
os géneros menos (de menos prestigio).
a.
Géneros maiores (A Tragédia e a Epopeia) – contavam-se histórias de reis, nobres e heróis, em
espaços nobres, como em salões dos palácios.
b.
Géneros menores (Comédia e a Farsa) – a comédia - apresentada por personagens burgueses em
ambiente caracteristicamente burgueses, com temas relativos a casamentos
arranjados, etc. Na Farsa -
apareciam elementos do povo mais simples, camponeses e servos, convivendo e
actuando nas ruas, nas cavernas, em cozinhas, etc. (Regino, 2021, p.40-41).
Os
poetas ligados ao classicismo defendiam a pureza dos géneros literários e não
aceitavam misturas de temas, estilos e emoções conflituantes em um mesmo texto.
Em meados do século XVII, muitas polémicas surgiram sobre a questão dos
géneros. A mais famosa dessas polémicas foi a “Querela dos Antigos e Modernos”,
que tive inicio na Academia Francesa, espalhou-se por outros países e agitou os
meios artísticos europeus, especialmente da Itália, trazendo novos paradigmas
para a produção literária, (Regino, 2021, p. 41).
Segundo
Aguiar e Silva (1969), os poetas Antigos
liderados por Nicolas (1636-1711) - defendiam a imitação dos poetas da
antiguidade, pois consideravam “as obras literárias greco-latinas como modelos
ideais e imutáveis. Dessa forma, negavam a possibilidade de existência de novos
géneros e de novas regras para a produção poética. Os poetas “Modernos” liderados por Charles Perrault (1628-1705) –
defendiam a criação de novas formas literárias, diferentes dos modelos
greco-latinas, como o drama, o soneto, a saga e o conto (inclusive os
tradicionais contos de fada), (p.211-212).
Surgimento do Pré-Romantismo
Os
primeiros movimentos libertários deram-se através da “Querela dos Antigos e
Modernos”, o que fez surgir o pré-romantismo alemão, por volta de 1760. O
movimento pré-romantismo na Alemanha, chamada “Sturm und Drang”: os poetas dessa época, contestavam os modelos clássicos
e as regras dos géneros literários postulando a autonomia da literatura em relação
às convenções do classicismo, (Regino, 2021, p.44). Por seu turno, Aguiar e
Silva (1969), afirma que, o escritor alemão Friedrich Schiller (1759-1805)
afirmava que os poetas modernos deveriam criar uma poesia não apenas
sentimental, mas reflexiva e satírica, ligada aos novos modelos poéticos. A
partir dos primeiros anos do século XIX, o Romantismo alastrou-se pela Europa,
transformando o pensamento, o comportamento e as artes. Ainda em Aguiar e Silva
(1969), foi com a literatura romântica que se começou “a devassar os segredos
da interioridade humana”:
a. A subjectividade;
b. O individualismo;
c. A liberdade e a imaginação se sobrepuseram ao racionalismo e ao empirismo, (p.415).
De
acordo com Regino (2021), com as novas ideias românticas as sensações
subjectivas passam a ser mais valorizadas do que as percepções objectivas. As
fortes emoções, os sentimentos mais agudos em relação à vida, tornaram-se a
principal fonte de inspiração para a experiencia estética, (p.44-46).
De
forma geral, é importante frisar que, o estudo dos géneros literários não tem
como objectivo a prescrição de normas para a produção de textos literários, mas
simplesmente um instrumental analítico e didáctico para compreender as obras
literárias e seus diálogos intertextuais com a tradição e com as outras obras,
sejam elas literárias ou não.
Concepções dos Géneros Literários
Segundo
Soares (2007), a denominação de géneros literários, para os diferentes
agrupamentos das obras literárias, fica mais clara se lembrarmos que “género” –
(do latim genus-eris) – significa
“tempo de nascimento, origem, classe, espécie, geração”. E o que se vem
fazendo, ou ainda, é mostrar como certo tempo de nascimento e certa origem
geram uma nova modalidade literária., (p.7).
Na
criação narrativa existem diferentes modalidades textuais, que nas palavras de
Todorov tais modalidades são “classes de texto”, isto é, géneros literários ou
“codificações de propriedades discursivas” (Todorov, 1978, p.49-51) que se
determinam e diferenciam por factores variáveis como a temática, a finalidade,
a estrutura ou a forma. O conceito de género é, pois, teoricamente baseado
“tanto na forma exterior (metro e estrutura específicos) como também na forma
interior atitude, tom, finalidade – mais grosseiramente, sujeito e público”
(Wellek e Warren, s/d: p.289). De acordo com Todorov “os géneros (literários)
têm origem pura e simplesmente no discurso humano” (Todorov, 1978, p.62). Um
novo género é sempre a transformação de um ou vários géneros antigos: por
inversão, por deslocamento, por combinação (Todorov, 1978, p.48). O mesmo autor
salienta ainda que os géneros existem como “instituição, funcionam como
“horizonte de espero” para os leitores e como “modelos de escrita” para os
autores. Através da institucionalização, os géneros comunicam com a sociedade
em que aparecem” (Todorov, 1978, p.52). Portanto, enquanto codificação de
discurso, relacionam-se com um “tempo”, com uma convenção histórica, com um
período político, social, cultural.
Segundo
Silva (2007), os géneros “vivem”, desenvolvem-se, modificam-se, desagregam-se,
dão lugar a novos géneros, (p.373). Relacionada com esta corrente está a caracterização
proposta por Jakobson “o género épico,
centrado sobre a terceira pessoa, põe em destaque a função referencial”. O género lírico, orientado para a
primeira pessoa, está vinculado estreitamente à função emotiva. O género dramático, “poesia da segunda
pessoa”, apresenta como subdominante a função conotativa” (Nahia e Dias, 2023,
p. 275).
Género Lírico
Na
visão de Ourique (2010), a palavra “Lírico”
vem de “lira”, um instrumento musical
semelhante a uma pequena harpa, tocado para acompanhar a declaração de poemas,
por isso, entende o género lírico como uma manifestação do (Eu), de sentimentos
pessoais (p.39). Por sua vez, Regino (2021), diz que a palavra “poesia” tem
origem no termo grego “Poísis” e se
relaciona ao verbo “Poiein” que
significa (criar, imaginar algo). Para esse autor, o termo “poesia” pode ser
compreendido como um dos produtos elaborados pelo imaginário humano. Salta
ainda o mesmo autor que, o termos “lírico”, cunhado por filólogos alexandrinhos
para indicar um tipo de poema breve, cantado ou declamado, acompanhado por
música, deriva do nome de um antigo instrumento de cordas, a “lira”, como
defende, também Ourique, (p.84). De acordo com Ourique (2010), “o conteúdo da
poesia lírica não é o mundo objectivo, real, palpável, mas os sentimentos que
ele provoca no leitor. O mundo subjectivo é a matéria da lírica. Mesmo que haja
descrições e narrações de algum facto, se o que sobressair, numa análise final,
forem as emoções e não as paisagens ou os factos, temos um texto lírico”
(Ourique, 2010, p.39). Nesta mesma vertente, Aguiar e Silva (1969), afirma que
a poesia lírica “enraíza-se na relação e no aprofundamento do próprio “Eu”, na imposição
do ritmo, da tonalidade, das dimensões, enfim, desse mesmo eu”, a toda a
realidade (p.232), por isso, a partir dessas ilustrações, podemos perceber que
a poesia lírica revela as emoções de um “eu-lírico”, voz que se expressa no
poema e tanto pode representar os sentimentos do poeta como os de outra pessoa,
segundo (Regino, 2021, p.94).
Entendendo o Poema e os elementos
poéticos
Os
géneros literários, por sua vez, comportam subdivisões, geralmente chamadas
espécies literárias. De acordo com Ourique (2010), as espécies líricas podem
ser agrupadas em dois conjuntos:
1.
Poemas de forma fixa, isto é, dotados de um esquema estrófico, rítmico e/ou métrico especial.
Entre as espécies líricas de forma fixa, cabe destacar, pela frequência da sua
presença nas diversas épocas literárias,
o Soneto, cujo esquema (na variante mais comum em língua portuguesa) é o
seguinte: catorze versos, distribuídos em dois quartetos e dois tercetos. Além
do soneto, contam-se entre as espécies líricas de forma fixa: quadrinha, balada, vilancete, rondel, rondo,
triolé, terceto, oitava, sextina, canto real, vilanela, pantum, decima.
2.
Poemas definíveis por seu tema ou tom, entre os quais podem ser citados:
a.
A Elegia –
poema em tom terno e triste.
b.
Ode – poema em
tom grave e solene, destinado à exaltação de alguém, de um acontecimento ou de
uma situação;
c.
Idílio –
poema amoroso de carácter campestre ou pastoril;
d.
Écloga ou égloga –
poema pastoril composto sob a forma de diálogos.
Segundo
Nahia e Dias (2023), referem que, entre as espécies líricas, cabe também referência
ao chamado poema em prosa,
modalidade praticada entre os poetas ligados ao Simbolismo, estilo de época de
fins do século XIX, (p.280).
Elementos do Texto Poético
De
acordo com Garcia (2010), chama-se poética – o estudo geral da poesia, nos
aspectos estéticos e filosóficos, bem como – o estudo formal dos poemas.
Mediante esse pressuposto, o autor acrescenta que, quanto aos aspectos formais,
temos:
a.
Versificação e a Poemática.
Como
podemos entender, a partir dessa perspectiva, a poética adquiriu o sentido,
particularmente com o estruturalismo, de forma que se poderia estudar a literariedade,
no lugar das obras literárias.
Encontra-se quase sempre nos poemas uma recriação lírica realidade, uma criação de blocos de sensações. Portanto, entende-se por poema – qualquer composição em verso; a poesia possui um sentido mais geral. Poética significaria uma estética geral da literatura, na medida em que oposta a outras artes, (p.37)
Compreende a Poemática – parte da poética que
aborda a técnica estrutural dos poemas, particularmente os tipos da composição
poética produzidos através da história nas literaturas de várias línguas. Num
certo sentido, o poema, como uma composição escrita, é a materialização da
poesia, por via disso, afirma Garcia que são infinitas as possibilidades do
poema, neste sentido, uma classificação tradicional divide o poema pelos
géneros: épico, lírico e satírico.
O poema épico – compreende, Romance, a canção de gesta, a balada, a epopeia, o poema heróico, o poema burlesco, o poema didáctico e o poema alegórico;
O poema lírico – compreende, a calanto, o acróstico, a balada, a canção, o canto real, o soneto, a elegia, o haicai, o hino, o terceto;
Poemas satírico – poema satírico, o poema humorístico e a paródia, (Garcia, 2010, p. 41-43).



julho 12, 2024
Lacuna - 21
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